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ITX — Design Digital.
26 Maio, 2021

Confira mais sobre o oficio, o propósito e as ferramentas do Design Digital.

O que é Design para você? Roupas da moda? Carros de luxo? Conceitos futurísticos? Profissão, arte ou tendências? Embora elas ganhem força de existência através do design, essas ideias expressam apenas particularidades do design.

Como assim? Bom, segundo Johaness Ippen, desde a cadeira, celular ou computador, carro, casa ou prédio, independentemente de onde você está e qual a forma que você está lendo este texto — o que veste e a embalagem do produto que você consome — tudo foi projetado por um design

"Tudo ao nosso redor é arquitetado pelo design" — Johaness Ippen 

É interessante saber que o ofício é exercido a muito tempo antes do próprio termo (e profissão) surgir em 1960. Ele foi aprimorado com o tempo e cresceu de modo abundante com a chegada da internet, em 1970. 

Para você que possui curiosidade no assunto, prosseguimos com o texto.

Design — O ajuste ideal.

Design — de modo simples — é um conjunto de componentes que trabalham em harmonia para trazer conceitos à realidade de modo funcional, prático e belo.

Estes componentes podem variar de acordo com a área do design, pois a mesma é ampla e abrange — praticamente —  toda a sociedade, desde a complexa ciência da computação para arquitetura e também divertimento e lazer. 

De modo raso e de senso comum, é fácil também associar o design apenas à estética, imagem e moda. De certo modo, não está errado, pois ambos os conceitos (design e moda) são análogos

"Enquanto o design dá forma a um objeto, a moda dá forma a uma peça de vestuário"

Vamos explicar — Para a peça ser feita, ela deve ser adequada de modo ergonômico. As roupas fazem parte do cotidiano humano e influenciam parte de suas vidas. Elas são projetadas através de medidas físicas e culturais — tamanhos, tecidos, cores, etc.

Para a moda, a cada estatura é preciso um tamanho específico. No Design, para cada dor alvo do público, é preciso um projeto personalizado — ou seja, adequação.

Não é diferente nas demais áreas sociais do Design ao "adequar e influenciar de modo ergonomico". O ajuste é ideal e há fluidez quando o produto supre a necessidade do usuário. 

Design — A criatividade intencional. 

Para o design de moda, por exemplo, é preciso conhecimento em cultura, desenho e costura. Contudo, mais do que vestimentas, o designer é a atividade industrial interligada com a técnica-científica, criativa e artística simultaneamente. 

"Os conceitos de Design são profundos, mas o seu desempenho deve permanecer simples." 

Ou seja, é a criação de determinado produto ou serviço de modo intencional, convertendo processos técnicos, fundamentos científicos, criação competente e beleza artística expressa em um só projeto (e seus processos) de modo simples.

Vemos, portanto, que o Design possui muitas qualidades artísticas e técnicas. Em um mundo recheado de informações, formas e funções sensoriais, o design transforma problemas grandes em doses menores e digestíveis, suportáveis e até mesmo confortáveis. 

É preciso colocar a forma, elemento, cor, textura, informação e função no lugar devido conforme a necessidade, contexto e cultura do objetivo e público a ser trabalhado — com base técnica sobre cada escolha para funcionarem em simetria com TODOS os componentes. Da menor peça para o sistema todo — o design pensa em tudo.

Aprendemos, portanto, que os conceitos de design são mais profundos do que imaginamos, mas o seu desempenho deve permanecer simples. 

No mundo digital não é diferente, a interface dos dispositivos por exemplo, precisa ser adequada de modo ergonômico na esfera cognitiva, pelo fato do processamento automático do cérebro referente a determinadas formas, cores, imagens, etc.

"A Arte e o Design trabalham os elementos visuais, o ponto a linha, a forma, a cor, a textura, o movimento através das técnicas visuais de equilíbrio ou instabilidade, simetria ou assimetria, regularidade ou irregularidade, simplicidade ou complexidade e minimização ou exagero."

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Design — O simples funciona?

Com tantas expansões, o design de tendência precisa ter como essência a função sem esquecer da estética — são como dois aros de bicicleta que mantêm o equilíbrio do trajeto traçado. (O equilíbrio entre ambos é algo que o designer nunca deve esquecer.)

Entre muitas idas e vindas para o belo, simples ou desprendido, a função majoritária do design continua a ser a inovação proposital. Onde há uma necessidade, há uma oportunidade para o designer — em qualquer âmbito humano e social.

"O Design é centrado em humanos, pode integrar tecnologia e economia, mas começa com uma necessidade humana." — Tim Brown

Você pode até estar se perguntando: "Tudo bem, mas e agora? O que tudo isso tem a ver com as ferramentas de trabalho do Designer?"

Bom, só estamos dando uma aquecida no que é ser Design, afinal, é preciso compreender o porquê faz o que faz antes de possuir as ferramentas para fazer, não é mesmo?

Lembrando que é o Human-Centered Design que denota a empatia para com o público alvo como atributo necessário ao profissional de design que antecede toda e qualquer ferramenta. 

Design Digital — É a beleza funcional que influencia.

Para o Designer Digital/Gráfico e de Web, o seu campo de trabalho é o Marketing auto-centrado em pessoas — sanar, influenciar, conscientizar, propagar e facilitar processos mediante técnicas que refinam a mensagem a ser transmitida pelo projeto.

Por motivo de curiosidade, Design e Marketing estão ligados de forma íntima porque não é apenas saber fazer, porque é preciso saber vender também — Equilíbrio, lembra?

Design — A ferramenta ideal para o trabalho ideal.

As ferramentas do Design de Modas são papéis, tecidos, fitas métricas e tesouras. Do Designer Automotivo é a mesa digitalizadora e demais softwares. 

Dependendo do Designer e a sua área de ofício, a massa, a madeira, a talhadeira ou o pincel fazem parte de suas matérias-primas e ferramentas. 

Para o Designer Gráfico e Digital, além de sua criatividade, empatia, sede por conhecimento, anseio pelo belo e funcional, suas ferramentas devem acompanhar o fluxo de melhorias do mundo online, e o pacote da Adobe Creative Cloud faz isso muito bem. Segue a lista abaixo.

Design Digital — Softwares.

  • Photoshop — Utilizado para trabalhar com imagens bitmap. Ele aceita vetores, porém o foco é no primeiro formato. Com ele é possível criar montagens, editar fotos, fazer composições e materiais para mídias on e offline.
  • Illustrator — É o responsável por trabalhar com vetores na família Adobe, assim como o PS, ele aceita elementos bitmap, mas não é o foco. Sempre que se referir a imagens de curvas, o illustrator é a solução ideal.
  • Indesign — Já leu uma revista e perguntou como o designer fez o layout? Indesign é a resposta. Feito para trabalhar editoriais, é o programa que permite organizar e diagramar um layout da melhor forma, ao otimizar os arquivos.
  • Premiere Pro — Software de edição de vídeos, com ele conseguimos montar sequências e editar aspectos como cor, tempo e movimentos com muitos efeitos. É possível editar até filmes, como Deadpool, por exemplo.
  • After Effects — É legal dizer que o After Effects é quem dá vida às imagens. É um software de animação que também permite animar vetores e bitmaps. Junto ao Premiere Pro é possível fazer sequências de vídeos com introduções e finais animados.
  • XD — É o software um pouco mais novo da família Adobe. Tem como finalidade criar interfaces que permitem a prototipação e o pré-teste de algumas funcionalidades antes de irem para o programador.
  • Adobe Kuler —  Para a escolha proposital e harmônica entre as cores, o melhor é o Adobe Kuler. Basta selecionar uma cor e o próprio site entrelaça cores correspondentes, com os respectivos códigos de cada cor para facilitar a transição para softwares. 

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Conteúdos Extras.

  • Behance — Além da divulgação para portfólios, o site é uma opção para inspiração. Poucos minutos navegando pelo site é tempo suficiente para você experimentar um conjunto de emoções prazerosas.
  • Pinterest — Considerada a maior rede social para compartilhamento de fotos, o site possui um banco de imagens gigantesco. O site filtra imagens a partir da sua primeira busca e isso te proporciona uma viagem agradável pela criatividade que pode levar horas a fio.      
  • ArtStation — Para divulgação de trabalho, inspiração, artes conjuntas e unitárias. A "Estação da Art" segue o mesmo ritmo da Behance. Mas com conteúdos artísticos voltados para animações e jogos. É  também um belo parque de descanso online para se inspirar.
  • WhatTheFont — Desde a identificação de fontes à indicação e descrição de uso das mesmas, o WhatTheFont é a melhor escolha para tipografias.

Design — Conclusão.

Com essas dicas, fica um pouco mais claro entender como continuar ou até mesmo se aperfeiçoar no assunto. Não se limite no uso dos softwares Adobe e deixe a imaginação fluir.

Não devemos esquecer que a inspiração e a criatividade devem ser aspirações motoras para a profissão.

Todo ofício requer ferramentas certas e até mesmo essas ferramentas foram projetadas pelo design — a profissão é ampla e como começamos esse artigo: "Tudo é arquitetado pelo design".

Em um próximo artigo, nós daremos dicas de quais softwares usar para os mais diferentes formatos de demandas. Fique atento. 

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